Neste luar silencioso
a luz ilumina
o caminhos do amor,
enfeitando com estrelas
onde existe a presença
de uma mulher a adoração
de ser amada...
Um longo caminho,
regado por lagrimas.
Semeastes em cada semente
a esperança que brota flores...
A lagrima de uma mulher
é a fonte que rega a vida
de um amor puro
recheado de emoções
dando espaço
a uma alegre vontade
de ter sempre ao seu lado
todo o amor que cerca
uma mulher...
O amor de mãe,
filha, esposa e amante
seu apoio é a busca de soluções
no equilíbrio entre a razão
e a emoção,
mulher fruto do amor
símbolo da beleza ,
divina com olhar de santa
sua presença é e sedução
do poder do amor...
Borboleta Azul
Havia um viúvo que morava com suas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não.Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.Então, uma delas apareceu com uma borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
- O que vai fazer? perguntou a irmã.
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta.Se ele disser que está morta, vou abrir as mãos e deixá-la voar.Se ele disser que está viva, vou apertá-la e esmagá-la.E assim qualquer resposta que o sábio nos der está errada!
As duas meninas foram, ntão, ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você. Ela está em suas mãos.
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.Somos nós os responsáveis por aquilos que conquistamos (ou não).Nossa vida está em nossas mãos, assim como a borboleta.Cabe a nós escolher o que fazer com ela."
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Havia um viúvo que morava com suas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não.
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.
O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.
Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.
Então, uma delas apareceu com uma borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
- O que vai fazer? perguntou a irmã.
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta.
Se ele disser que está morta, vou abrir as mãos e deixá-la voar.
Se ele disser que está viva, vou apertá-la e esmagá-la.
E assim qualquer resposta que o sábio nos der está errada!
As duas meninas foram, ntão, ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul.
Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você. Ela está em suas mãos.
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.
Somos nós os responsáveis por aquilos que conquistamos (ou não).
Nossa vida está em nossas mãos, assim como a borboleta.
Cabe a nós escolher o que fazer com ela."